Ok, hoje decidi que vou fazer algo diferente aqui no blog, algo que faça vocês participarem mais... então vou postar uma pergunta e quero ler as respostas de vocês nos comentários. Aí vai:terça-feira, 30 de setembro de 2008
Fala, povo!!
Ok, hoje decidi que vou fazer algo diferente aqui no blog, algo que faça vocês participarem mais... então vou postar uma pergunta e quero ler as respostas de vocês nos comentários. Aí vai:domingo, 28 de setembro de 2008
Armário de amiga

segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Deu Nó!

A idéia do post surgiu de tanto eu ver meu pai, com 61 anos nas costas - um pimpolho, vejam vocês! -, se queixar que não sabe fazer o nó da gravata, ou melhor, não que ele não saiba, ele diz que "esqueceu". E por conta disso ele comprou em viagens umas gravatas que já vêm com nó pronto, e deixa de comprar e ganhar gravatas lindas só porque não sabe fazer o nó depois. É prático, mas nem sempre é chique, e a maioria dessa gravatas é de marcas aleatórias, com tecidos que às vezes não são os melhores... e os homens merecem algo bom, algo minimamente decente... eu sei que meu pai merece!
Caso não consigam visualizar bem essa imagem, coloco logo abaixo um outro 'guia' que achei na internet (clique na imagem para aumentá-la):
domingo, 21 de setembro de 2008
Spotted!

sábado, 20 de setembro de 2008
As legítimas!

domingo, 14 de setembro de 2008
Porcelana Fina

A idéia principal era criar uma mulher delicada e feminina. E isso, com certeza, Reinaldo conseguiu com louvor. As peças que traziam um trançado em tressé - remetendo àquelas cadeiras com assento de palha das casas de antigamente - foram as mais comentadas. As pérolas, colocadas delicadamente nas barras, davam certo peso aos tecidos fluidos dos vestidos. Entre as cores, todas inspiradas em cores usadas nas pinturas de porcelana, destacavam-se o amarelo pastel – bem delicado –, o azul-royal e um tom que Reinaldo chamou de 'vermelho Sèvres'.
O clima quente da noite de lançamento certamente favoreceu as modelos Renata Klem e Sabrina Gasperin, que passeavam pela loja usando as leves criações de Reinaldo, à bordo de sapatos inspirados em sapatilhas de bailarina - lindos, lindos, lindos! Entre elas, a cantora Daniela Procópio, que apresentava cada hora um modelito diferente – preferencialmente os vestidos curtos com um leve volume, estilo balonê. A artista, que conta com ajuda da stylist Preta Nascimento para escolher seu figurino, me contou que adora a mistura moda-música e que está em processo de criação do seu 2° disco – ela já adiantou que pode gravar “La Vie En Rose” e também “É Preciso Perdoar”, de João Gilberto. Simpática e falante, Daniela se declarou fã das roupas de Reinaldo Lourenço. “Ele tem um cuidado impressionante com a estrutura da roupa, o que faz com que ela vista super bem, fique maravilhosa no corpo. É muito difícil de encontrar coisas assim no Brasil”, declarou, enquanto saía de um dos provadores com um vestido tomara-que-caia longo, em vermelho Sèvres.
A cantora foi logo pedir opinião para Costanza Pascolato, que estava alí ao lado e elogiou muito o caimento do vestido. Didática como sempre, Costanza - de Marni dos pés à cabeça - comentou detalhes como as flores e arabescos dos levíssimos vestidos e, é claro, o tressé – que considerou uma proeza técnica. A consultora de moda comentou também que essa foi uma das melhores coleções que Reinaldo já fez e que o desfile no SPFW foi coerente e sensacional, com peças totalmente art nouveau.


Em outro provador encontrei Julia Petit, que estava em dúvida entre dois dos vestidos com estampas de flores – um era tipo regata, meio anos 20, com detalhes em azul-royal, que destacou seus cabelos ruivos e pele branquinha (opinião que compartilhei com ela), e o outro com manga e detalhes em azul-céu. Sobre os modelos da nova coleção, Julia disse que amou tudo, e que o casaqueto em tressé branco, por exemplo, é uma peça atemporal, que ela acha que vai usar até os 80 anos de idade. Quando uma das vendedoras trouxe uma bata para Julia experimentar, pôde-se ouvir uma das declarações mais engraçadas da noite: “Eu sou da turma do vestido, estou de olho nesse vestido aqui (apontou para o vestido florido em azul escuro) desde que o vi na passarela! Eu sou tão da turma do vestido que se me derem uma dessas batas lindas, com certeza, eu vou querer sair usando só ela, sem calça por baixo, só de calcinha!”.
Mas a noite não foi apenas das roupas. Em sua 8ª parceria com a Risqué, Reinaldo lançou também uma coleção de esmaltes, que trazem 5 cores igualmente inspiradas nas porcelanas – Bronze, Vitral, Filete, Azulejo Português e Branquíssimo (nessa ordem na foto) – e serão vendidas na loja do estilista, bem como em farmácias e outros pontos de venda. O preço? Acessíveis R$ 3,50.
Agora é só vestir as roupas, pintar as unhas e sair por aí desfilando muito estilo.
No iTunes: Red Hot Chili Peppers - Porcelain
Papo de Vogue-tte

quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Miss Imperfeita

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso
é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito
prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa
profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho
minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio
das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo
com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas,
namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de
e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora
diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos,
participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço
escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais
disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam
milagres.
Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por
dizer NÃO. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o
Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e
lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo
para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa:
tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e
mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se
não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida
interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é
ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por
dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser
indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo
para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para
receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo
para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para
conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para
escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo,
principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada
e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é
contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos
virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se
destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super,
se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o
mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um
pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser
independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais
livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da
semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que
nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o
hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso,
francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa
de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o
rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova
perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'. - Martha Medeiros